sábado, 28 de setembro de 2013

Crítica | Uma Família do Bagulho

Por Lucas Madureira

Sabe aquele tipo de filme que você não espera nada? Pois é, Uma Família do Bagulho tem esse efeito. Mas o Diretor Rawson Marshall conseguiu fazer um trabalho bom. Não é uma Brastemp, mas cumpre o papel da comédia, de fazer seu público rir. É um filme repleto de clichês e de boas gargalhadas. 

Rosen (Jennifer Aniston) é uma stripper que finge ser casada com David (Jason Sudeikis), um traficante, e mãe de dois filhos, Casey (Emma Roberts), a sem-teto, e Kenny (Ed Helms), um cara de 18 anos que nunca beijou uma garota. E juntos eles formam os Millers

O traficante precisa pagar uma alta grana para seu fornecedor. Ele tem a opção de ir buscar uma carga no México e quitar sua dívida. O problema é: como atravessar a fronteira sem ser pego? Ele tem a ideia de formar uma falsa família e fingir que está a passeio. Junta o traficante, a stripper, a sem-teto e o BV e vão atrás da grana. A viagem traz algumas surpresas para os personagens, e nessas surpresas surgem os momentos cômicos do longa.

O clichê inicia com Jeniffer Aniston mais uma vez encarnando a Rachel (sim, ela sempre revive a Rachel em seus personagens). Ele continua com os casais óbvios se formando e com traficantes mexicanos. Mesmo assim, o filme tem momentos de muitas gargalhadas. Está em casa sem nada para fazer? Precisando rir? Vá assistir Uma Família do Bagulho, mas não é bom ver acompanhado dos pais/tios/sogros. Você rir de algumas piadas pode chocá-los.

AVISO: cenas de erros/gracinhas pós filme. Fiquem, vale à pena. Principalmente se você for fã de Friends.
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