quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Especial Sessão da Tarde - Mary Poppins

Por Juliana de Faria

"Mary Poppins, perfeita em quase tudo"



Bons tempos eram aqueles que na Sessão da Tarde passava Mary Poppins (1964). A babá que chega para a entrevista de emprego voando com uma sombrinha. Bonita, educada e cativante: assim é a nossa principal personagem.

Mary Poppins (Julie Andrews) lê o anúncio que o pai jura ter colocado no Times (adoro essa referencia do bom e tradicional jornalismo). Mas que surpresa ao ver que o anuncio quem escreveu  foram as crianças. Ela lê e diz quais são as características que se pedem e como ela se porta frente aos meninos. As folgas são nas terças, a cada duas semanas. E começa na mesma hora. Jane e Michael ficam surpresos e felizes, será a babá dos sonhos deles.

Ah, e a bolsa à la gato Felix, que cabe tudo?

"Não julgue as coisas pelas aparencias. Muito menos uma mala de viagens", diz assim a srta Poppins às crianças. Será que foi daí a idéia da bolsa que Hermione Granger usa em Harry Potter e as Relíquias da Morte? Será ela uma fada ou uma bruxa? A menina a acha fabulosa. O menino tem um pouco de medo.

Simplesmente acho um filme fantástico. Um musical infantil, clássico e atemporal. Pode não ser o filme que mais passava durante as tardes, mas era um que eu não perdia. Se tem Mary Poppins, tem diversão. Crianças encantadas, hipnotizadas em frente à telinha.

A mistura de animação e live action é original, nada mais do que viver com a imaginação pura e que perdemos ao crescer. Até os animais de desenho cantam que a Mary é a felicidade em pessoa. A cena da sombrinha dançando com a bengala é uma das melhores. Nada como o lúdico para nos tirar da realidade.

" Se voce vê a Mary chegar, feliz será"

Os pinguins me lembram os do desenho Madagascar. Só que mais amáveis. E para ver referências de outros filmes atuais (ou não), nem é preciso muito esforço. Vem naturalmente a mente ao assistir.

Quem não gostaria de participar da corrida de cavalos de carrossel? A caçada, a corrida, e claro, a vencedora é a Mary, sempre sorridente.

A família toda fica evidentemente mais feliz, menos o pai, que continua irredutível. Desde as empregadas até a mãe e as crianças. A semana de teste vai passando e a história se desenrola, mas acho que já contei demais. É hora de cada um tirar suas próprias conclusões do filme. E aos que nunca viram este clássico infantil da sessão da tarde, estão esperando o que?

Resultado: queria ter tido uma babá assim. Será que ainda me dá tempo de ter? Poderia ser uma eterna criança.

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Mary Poppins em DVD

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