quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Especial Sessão da Tarde - Karatê Kid - A Hora Da Verdade


Por Lucas Madureira

Antes de falar qualquer coisa, preciso informar que consegui o filme para assistir e fazer o post com o próprio Daniel Sam, isso mesmo, com o Daniel Sam. A Samara (Sam, para os íntimos), uma amiga que já fez algumas participações no Central de Cinema, falou que o namorado dela, o Daniel, tinha a trilogia porque é muito fã. Aí peguei o filme com o Daniel, o namorado da Sam. Ou seja, com o Daniel Sam. E já fica o meu agradecimento pelo filme.

Após essa piadinha MUITO BOA, vamos ao que interessa. Karatê Kid – A Hora da Verdade é um clássico dos clássicos da Sessão da Tarde. Quem não assistia pelo menos 3 vezes por ano depois de Vale a Pena Ver De Novo ? Eu era/sou um espectador fiel. Gosto muito do filme.

Daniel LaRusso (Ralph Macchio) é um garoto de 15 anos sem muitos recursos financeiros, que muda com a mãe (Randee Heller) para a Califórnia. Ao chegar à cidade nova é convidado para uma festa, onde conhece a linda Ali com “i” (Elisabeth Shue), uma garota das colinas, ou seja, muito rica. Rola aquela química e tal, mas nem tudo é perfeito. Ali tem um ex-namorado faixa preta em Karatê e líder de uma ganguezinha de mauricinhos. Nem preciso dizer que Daniel apanha do início ao fim do filme, né?

Em uma dessas brigas, o senhor Miyagi, um sábio japonês que é zelador do prédio de Daniel, o defende, numa briga de cinco caratecas contra um pobre velho. Que chance ele teria? Nessa cena que descobrimos que o japa luta, e luta muito! Daniel e Miyagi vão à academia onde os meninos encrenqueiros treinam, mas os dois são desrespeitados e desafiados pelo sensei (Martin Klove) do Dojô. Senhor Myiagi diz que Daniel irá enfrentar os alunos da academia no torneio de Karatê. Um detalhe: DANIEL NÃO SABIA LUTAR QUASE NADA!

Senhor Myiagi então começa a treinar Daniel San. Um treinamento um tanto quanto incomum, que envolvia encerar carros, lixar o chão, pintar a cerca e coisas afins. Curiosidades: nas cenas do treinamento tem a parte que Daniel pega uma mosca com palitinhos japoneses e deixa seu mestre com inveja (kkkkk eu ri muito nessa parte). E também mostra o lado humano do senhor japonês. Ele aparece chorando e bebendo pela morte da esposa e filho (todos correm e abraçam ele).

Chega o grande dia do torneio. Daniel vai lutar, finalmente! Zuki! Ura Ken Uchi! Shuto! Mawashi Geri! Soc! Pum! Pof! Opa, olha o golpe baixo! Melhor de 3 pontos, QUEM FIZER O PRÓXIMO PONTO GANHA! Daniel faz aquela famosa pose da garça passando mal. É uma luta do certo contra o errado, hora de não fraquejar diante do inimigo, mesmo que ele pareça muito mais forte e invencível. Uma luta em que o adversário é você mesmo. Uma representação do Kata (luta imaginária do karatê onde o oponente é o próprio lutador), talvez? Era nessa hora meu irmão e eu saíamos da sala e íamos para o quintal brincar de luta. Eu sempre perdia. =/

Um coisa legal do filme para ser dita é que ele acontece nos anos 80. Ou seja, tem aquelas roupas bem BACANAS e jogos de fliperama. Faz muito tempo que não vejo um fliperama! Ele também retrata e combate o preconceito social. Daniel era pobre e Ali muito rica.

Um filmaço que indico para todos assistirem e reassistirem. Comentem sobre o post e sobre filme. A participação de vocês é muito importante para nós. Não está com paciência para esperar passar na sessão da tarde? Passa na nossa lojinha e adquira o filme.

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