quarta-feira, 27 de julho de 2011

Especial Sessão da Tarde - A Lagoa Azul



Por Lucas Madureira

Não poderia começar os posts sobre filmes da Sessão da Tarde que marcaram nossa vida com outro longa. Quem não assistia no mínimo 5 vezes por ano A Lagoa Azul? Isso mesmo, A Lagoa Azul! Ele foi lançado em 1980, nos Estados Unidos.

31 anos após o lançamento, todos ainda conhecemos a história das duas crianças e o marinheiro que sobreviveram a um naufrágio. Os sobreviventes conseguem chegar a uma ilha aparentemente deserta. Inicialmente, não oferecia nenhum perigo.

O marinheiro (Leo McKern) cuida das crianças até sua morte. Após o falecimento de McKern, Richard (Christopher Atkins) e Emmeline (Brooke Shields) começam a cuidar um do outro. Ao passar dos anos eles vão crescendo e descobrem o amor. Um belo lugar para descobrir o amor, não? Eu queria ter descoberto o amor com a Brooke Shields. (Se eu fosse vivo em 1980, é claro!)

Richard e Emmeline vivem muitas aventuras. Eles exploram o local, nadam pelados, disputam corrida com tubarão, visitam o lado proibido da ilha (aquele que se ouvia o barulho do tambor) e têm um filho.

É um filme legal, até porque assistia toda vez que passava na sessão da tarde. Acho que via mais pela Brooke Shields, que estava no auge de sua beleza, encantando a qualquer marmanjo. Já ouvi algumas mulheres elogiarem o Christopher Atkins também, mas eu sou muito mais eu.

Se você ainda não teve a oportunidade de ver, o que eu acho bem difícil, fique ligado na programação da Globo, mais cedo ou mais tarde vai passar! Ou vá até a nossa lojinha e compre. É um clássico das tardes que vale a penar ter em casa.

Sugiram outros filmes da Sessão da Tarde que marcaram as tardes de vocês!
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A Lagoa Azul em DVD

sábado, 16 de julho de 2011

Minha História com Potter - IV

Por Ericka Guimarães





A minha história com esse personagem tão singular começou sem que eu soubesse quem ele realmente era e que a sua fama já corria o mundo. Não me lembro o ano, não me lembro se os filmes já existiam. Só lembro que um dia eu ganhei o livro Harry Potter e a Câmara Secreta de Natal e a minha irmã ganhou a Pedra Filosofal. Li o primeiro e me apaixonei pela história. Paixão simples e pura, já que eu nem sabia que ele já era um dos bruxos mais famosos que já existiu.

Lia os livros nas férias. Sempre tinha aquela sensação dupla de perda quando o livro e as férias terminavam. Não assisti nenhum dos filmes no cinema. Tinha aquele preconceito bobo de achar que o filme nunca seria tão bom quanto o livro. E eu já conhecia a história, então não me motivava.

Quando descobri que Relíquias da Morte ia ser dividido em duas partes tomei uma decisão: só iria assistir à primeira parte no dia que eu fosse ao cinema assistir à segunda. E assim eu fiz. Dia 14 de julho, às 19h e tantas, lá estava eu assistindo Harry Potter e as Relíquias da Morte parte I, com o ingresso já comprado pela @thandyung para assistir a parte dois, no primeiro minuto do dia 15 de julho.

Às 22h em ponto o filme terminou, assim como previu o @lucasmadureira. Nós iríamos juntos para o cinema e lá encontraríamos outras pessoas, como a @thandyung, portadora dos ingressos, e o @davidecastro. A equipe do Central de Cinema estava quase completa.

Chegando ao shopping, nos deparamos com aquela imensidão de cosplayers e cospobres de Harry Potter. Nunca tive vontade nem coragem de aparecer numa estréia assim. Admiro quem faz bem feito e admiro a coragem de outros de saírem na rua de um jeito tão esquisito e serem felizes mesmo assim. Pelo que me falaram, antes da minha chegada, um grupo havia encenado um duelo, com varinha e tudo, para uma emissora local de TV.

Dentro da sala de cinema a euforia era total. Todos estavam ansiosos pela 0h01. Rolou até uma contagem regressiva, mas para o desespero da platéia, o filme começou muito atrasado. O nosso colega Lucas Madureira, inclusive, puxou um coro de "Começa!Começa!" e foi acompanhado por muita gente. Já o do "Harry Potter, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!" foi menos acompanhado. Foi nesse dia, aliás, que eu descobri o que é realmente sentir vergonha alheia. Mas a gente releva pela amizade.

O filme foi lindo, não houve decepções, mas eu não vim aqui escrever uma crítica, até porque a Thandy Yung já escreveu. Algumas falas e cenas muito esperadas foram loucamente aplaudidas no cinema. Algumas mereciam mesmo, como a luta final entre Harry e Voldemort, alguns beijos (não todos) e falas épicas. Outras foram aplaudidas só por causa da empolgação, creio eu.

O 3-D, na minha opinião, poderia ser dispensado. Mas eu sou uma pessoa suspeita para falar, já que não me dou bem com filmes em 3-D. Fiquei tonta e fiquei com dor de cabeça até às 4 da manhã.

O filme acabou e eu não fiquei com a sensação de vazio que achei que fosse ficar. Na verdade era como se a missão tivesse sido cumprida. Como se a missão de destruir as Horcruxes não fosse apenas de Harry, mas também minha, já que acompanhei toda a história desde início. Não foi uma sensação de perda, mas sim de alívio, de final feliz.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Crítica de Harry Potter e as Relíquias da Morte: parte 2 - Último filme é presente para os fãs


Por Thandara Yung





Dez anos e sete episódios depois, estreia mundialmente nesse fim de semana Harry Potter e as Relíquias da Morte: parte 2, baseado no último livro da obra escrita por J.K.Rowling. O oitavo filme fecha a franquia da saga do menino bruxo mais famoso dos últimos tempos. Feito para os fãs, a segunda parte é tão fiel ao livro quanto a linguagem cinematográfica permite. Adaptações de cenas e cortes feitos na medida certa transformam uma ótima história literária em um grande filme.

Quando Relíquias: parte 1 entrou em cartaz em novembro de 2010, deixou a sensação de que o filme estava amputado e lhe faltavam as clássicas cenas de batalhas e duelos mágicos. A segunda parte chega aos cinemas para cumprir a promessa que está há mais de seis meses no ar: ação. O filme começa grande e não para de crescer um minuto sequer. Mas não vive apenas de cenas explosivas e é melhor preparar os lenços, personagens importantes morrem e as cenas são fortes.

Dessa vez, Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint), Hermione (Emma Watson) e companhia estão cada vez mais próximos de acabar com Voldemort, o lord das trevas. Só restam mais três Horcruxes – objetos que guardam pedaços da alma de bruxo maligno – para se destruir e, assim, poder aniquilar Voldemort para sempre. O destino do mundo bruxo será decidido em uma noite e a batalha final tem como cenário o castelo da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Na última guerra contra o mal, personagens que por muito tempo foram meros coadjuvantes ganham força e se tornam essenciais para a trama. É o caso de Luna Lovegood (Evanna Lynch), que tem influência direta na descoberta de uma Horcrux. A professora Minerva Mcgonagall (Maggie Smith) e Neville Longbottom (Matthew Lewis), que são verdadeiros generais no momento de defender Hogwarts.

Mesmo o trabalho de Daniel Radcliffe interpretando Harry tenha melhorado muito em relação aos outros filmes, o destaque de atuação, mais uma vez, não vai para ele. Em Relíquias parte 2 quem rouba a cena é Alan Rickman, que dá vida ao professor Severo Snape. Sob a atuação impecável de Rickman, Snape passa do comensal da morte frio e vazio para um homem perdidamente apaixonado e destruído por dentro. A dor e o sofrimento transparecem na expressão facial e nos olhos de uma forma contagiante, a transformação é drástica e quase não se vê o professor com cara de máscara que ficou famoso por suas maldades contra o garoto Potter.

O efeito 3D está lá, mas não é realmente uma necessidade. Embora seja uma experiência interessante mergulhar nas profundidades do Banco Gringotes dentro de um vagonete ou pular para trás após os ataques da cobra Nagini, poucas cenas ficam realmente grandiosas sob os efeitos da terceira dimensão. A saga viveu bem durante sete filmes sem a presença da adaptação, passaria sem problemas se terminasse sem ela.

A divisão da história em dois momentos traz a oportunidade para que seja feito o que não se conseguiu na maioria dos filmes da franquia: explicar as minúcias do universo criado por Rowling. O diretor David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes, consegue aplicar à produção o ritmo que o cinema exige sem matar a complexidade que a história apresenta no final. Boa notícia, também, para quem acompanhou o garoto com o raio na testa apenas pelas telonas e conseguirá entender a trama completamente.

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Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I em DVD e Blu-Ray









Harry Potter e as Relíquias da Morte, o Livro









Harry Potter anos 1 ao 7 em DVD e Blu-Ray

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Comencritica deTransformers 3 - O lado oculto da lua



Por Lucas Madureira


Mais uma vez a guerra entre Autobots Decepticons estão nas telas dos cinemas do mundo inteiro. Dessa vez, o filme coloca em dúvida o objetivo da primeira ida do homem à Lua. Para resumir, os Autobots encontram um antigo líder desacordado na Lua e o ativam. Os Decepticons estão procurando uma tecnologia para trazer seu planeta de origem para a Terra e obrigar os seres humanos a reconstruí-lo.

Fui forçado a assistir o filme dublado. Isso mesmo, fui forçado! Alguns personagens até que ficaram bons, mas como colocar a pessoa que dubla o Eddy Murphy para dublar o presidente dos Estados Unidos? Perdeu todo o poder do cargo com aquela voz! Mas preciso confessar que a dublagem do Sam, personagem do Shia LaBeouf, ficou muito boa. As vozes que colocaram nos robôs também ficaram boas.

Quando soube que tiraram a Megan Fox do elenco eu já fiquei com preconceito. Sou a pessoa que se apega muito aos personagens. Porém, sua substituta, Rosie Huntington-Whiteley, que interpreta Carly no longa, também é muito linda. A interpretação dela não é lá essas coisas, mas dá para o gasto. LaBeouf fica muito bom no papel de Sam. Alem de atuar bem, seu personagem e muito divertido. John Turturro volta muito engraçado no terceiro filme. Boa parte da comédia é feita com ele.

O filme tem momentos atípicos. Alguns para rir bastante e outros que te deixa apreensivo. O diretor Michael Bay conseguiu me impressionar em algumas cenas e me decepcionou em outras. Achei muito interessante a forma que ele trabalhou a corrida espacial entre EUA e a Rússia. A história que e passada faz todo sentido, dá até para acreditar. Outro fato histórico que conseguem colocar na trama do filme de forma muito inteligente foi a do acidente em Chernobyl.

O filme não muda muito dos outros dois. A história é boa, mas demora muito para desenvolver. Fiquei agoniado na cadeira do cinema. Quem é apaixonado por carros vai amar o filme. Um mais lindo e mais potente que o outro. Vale à pena conferir o filme, os efeitos especiais são muito bons. A luta entre os Autobots e os Decpticons está épica. Muita ação e muita porrada o espera.


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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Minha História com Potter - III

Por Juliana de Faria





Era 25 de dezembro de 2001, natal e dia de ir ao cinema. Meus irmãos mais velhos já tinham lido os três primeiros livros da saga que mudaria minha vida. Mas, a preguiça de ler era maior do que eu. Um livro que eu poderia gostar, me diziam os dois. Eu, como uma boa garota de 15 anos teimosa me recusei a ler. Até o fatídico dia de natal daquele ano.

Vi Harry Potter e a Pedra Filosofal acompanhada de uma amiga. Aquele filme mudou minha vida. Quem diria, meus irmãos realmente tinham razão. Aquela história, aqueles personagens, aquele mundo que mudou o meu mundo.

Acompanhamos (digo no plural por saber que muita gente acompanhou também) a história do trio de amigos que amadurecia a cada página, capítulo e livro. A cada filme reclamamos das cenas cortadas, das histórias diferentes das dos livros, das polêmicas em torno do elenco. Aos poucos o universo potteriano começou a fazer parte da minha vida: comprei agenda, camiseta da Hermione, revistas e adesivos.

Nunca fui fantasiada à preestreias, não consigo me imaginar fazendo isso. Nada contra aos que adoram cosplay, só não é a minha.

Cada vez que se aproxima o lançamento de um dos filmes, releio TODOS os livros para não deixar passar nenhum detalhe. Afinal, fã que é fã sabe tudo o que acontece em cada trecho praticamente de cor. Diálogos e tudo mais. Ainda não posso recitar os sete livros, além de Animais Fantásticos e Onde Habitam, Quadribol Através dos Séculos e Os Contos de Beedle, o Bardo. Quem sabe algum dia chego a esse nível. Cada louco com a sua loucura, ou no meu caso, fanatismo.

Estou (quase) feliz de ainda não ter me mudado para a Espanha e assim poder ver o último filme da saga ao lado dos meus amigos que compartilham da mesma paixão. Já não vou a preestreias e estreias, muito barulho. Gosto do silêncio das sessões tarde da noite e gosto de ver mais de uma vez ao filme. Reclamo, resmungo e me emociono. Sei tudo o que vai acontecer, mas, mesmo assim, assistir a primeira vez cada um dos filmes é mágico.

Na teoria, dia 14 de julho chega ao final a saga, que para mim, se iniciou no natal de 2001, cerca nove anos e meio depois e aqui vai uma confissão: se tivesse forças, adiaria bastante essa ida ao cinema. "Its all ends here", mais dramático e significativo do que no começo.

Harry Potter não só é uma história de bruxos e a guerra do bem contra o mal. Para mim, abriu as portas da literatura. Até então, me orgulhava de sempre ter enrolado os professores de literatura. HP é o marco da minha vida literária, depois dele a leitura se tornou primordial na minha vida.

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