segunda-feira, 18 de abril de 2011

[Novos Heróis do Cinema] - Harry Potter

Por Bruno Maranhão, a convite do Central de Cinema

Este post é o quarto e último da série Os Novos Heróis do Cinema. O objetivo é mostrar quem são os "mocinhos" dos filmes atuais, que não surgiram de adaptações de HQs. Já pedi sugestões no Twitter e no Filmow e tive ótimas respostas. Mesmo com o fim da série, se você lembrar de outros e quiser sugerir algum (ou alguma, claro!), pode me procurar a Ericka, editora do blog, no Twitter (@erickacris) ou enviar um email para centraldecinema@gmail.com




Leia também: [Os Novos Heróis do Cinema] - Os Incríveis




Eu poderia começar este texto dizendo que Harry Potter levou para salas de cinema do mundo todo uma multidão incalculável de fãs e que, juntos, eles arrecadaram quantias astronômicas em bilheteria. Poderia continuar dizendo que este bruxinho de óculos de aros redondos e cicatriz em forma de raio deu novo ânimo para o cinema inglês e o colocou sobre um grande holofote. E acredito que todos concordariam que ele mais do que merece o título de Herói do Cinema. Mas, seria fácil demais.

Harry Potter é um menino magricela de onze anos quando o encontramos pela primeira vez, ainda em Harry Potter e a Pedra Filosofal, ele usa roupas doadas pelo primo mimado e mora com os tios, seus pais morreram em um mal explicado acidente de carro. Até então, nada muito extravagante, ou pouco provável de acontecer à vida de algum garoto anônimo criado no subúrbio de uma grande cidade como Londres.  

Mas a sorte do protagonista começa a mudar, e a nossa também, quando ele descobre ser bruxo. Uma carta, trazida por diversas corujas e depois por um meio gigante, o informa que tem uma vaga assegurada na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Acontece que aquela cicatriz engraçada não era nenhuma herança do acidente de carro que supostamente matou seus pais, Harry era o único sobrevivente da maldição da morte (Avada Kedavra), lançada por um vilão que poucos têm a coragem de dizer o nome, Voldemort.

A cada filme, um novo ano escolar na vida de Harry, e também novas aventuras. Desde seu retorno ao mundo da magia até o confronto final com seu arquiinimigo, sete anos depois, assistimos a embates envolvendo muito mais do que simples palavras mágicas. Sobre os ombros deste garoto, aparentemente comum, repousa o destino de toda a comunidade bruxa, e não há para onde correr, “um dos dois deverá morrer na mão do outro, pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver”.

Para ter chances de derrotar Voldemort é preciso seguir em uma cruzada contra a imortalidade, a procura de suas Horcruxes (objetos mágicos no qual parte da alma de um bruxo foi inserida, e impede a morte de seu dono), e ele contará com a ajuda de muitos aliados ao longo do caminho que levará ao desfecho onde repousa o futuro de seu povo. Aventura responsável por fazer uma geração inteira introduzir em seu vocabulário palavras como “trouxa” e “quadribol”, ou tentar lançar um “Alohomora” ouVingardium leviosa” de uma varinha feita de cabide.

O último embate entre O Menino Que Sobreviveu e Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está marcado para 15 de julho deste ano, e será um divisor de águas não só para a comunidade bruxa, mas também para a indústria do cinema e para os fãs da série, alguns (como este que vos escreve) fãs há mais dez anos.








Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I,  que acaba de ser lançado em DVD e Blu-ray.









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Bruno também é editor do Potter Heaven, o site mais antigo de Harry Potter do Brasil

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