terça-feira, 3 de maio de 2011

Bodas de prata da Pixar – A corrida da vida


Este é o terceiro post da série que homenageia as Bodas de Prata da Pixar. Se divirtam da mesma maneira que nos divertimos ao escrevê-los.


Atenção: este post contém spoilers sobre o filme.


Vruuum, vruuumm … vocês viram quem acabou de passar por aqui? Isso mesmo, era o Relâmpago McQueen. Vocês não conhecem a história dele? Senta aí que eu vou te contar. O que? Já conhece? Não do mesmo jeito que eu. Repito, senta aí que eu vou contar.


O sonho de TODO carro de corrida é ganhar a Taça Pistão, a maior, mais emocionante e mais perigosa corrida. Isso mesmo, mais perigosa! Os competidores são capazes de tudo para vencer, principalmente o sem vergonha do Chick Hicks (não gosto dele. Não tem caráter). Preciso confessar uma coisa, inicialmente também não gostava do McQueen, se achava demais. Mas a vida o ensinou a ser mais humilde. Mas isso são linhas dos próximos parágrafos.

Então, tudo começa com o final da Taça Pistão. McQueen, Hicks e o Rei empatam. Precisam correr mais uma vez para saber quem será o grande campeão e quem ganhará o patrocínio da Dinoco, grande empresa que banca carros de corrida. (ELES TÊM ATÉ HELICÓPTERO). A corrida de desempate acontece em uma semana na Califória.

McQueen, que é um prodígio novato nas pistas, entra em seu caminhão, Mack, e parte para Califórnia. Mack acaba cochilando e McQueen fica perdido em Radiator Springs, uma pequena cidade na Rota 66. McQueen fica desesperado e tenta achar seu amigo, corre mais do que devia e é perseguido pela polícia, e essa perseguição resulta na destruição da estrada da cidadezinha.

O Xerife pega Relâmpago e o sentencia a reconstruir o que destruiu. Nessa cidade nosso personagem conhece seus amigos. Mate, um caminhão de reboque enferrujado. Sally, uma porsche linda. Flô, dona do posto de gasolina. Ramon, dono da loja de tintas. Filmore, um Kombe hippie. Lizzie, a viúva primeira dama. Ruivo, o caminhão bombeiro. Sargento, o militar. Luigi e Guido, donos da loja de pneus.

Sally ensina McQueen a respeitar e amar os habitantes e a cidade Radiator. McQueen tem pouco tempo para reconstruir a pista que destruiu e voltar para a corrida. Melhor eu acelerar essa história (entederam? Acelerar? Carro? Kkk).

McQueen, no tempo que está preso na cidade, acaba descobrindo que o Xerife é um ex competidor que já ganhou várias vezes a Taça Pistão, mas parou de correr por causa de um acidente. Relâmpago aprende umas dicas com ele. Ao terminar de reconstruir a pista, McQueen corre para sua grande corrida (mais um trocadilho... “corre”. Estou muito bom nisso).

Ao chegar McQueen se depara com a imprensa que estava louca atrás dele. Mas ele acaba percebendo que não tem uma equipe para seu PitStop. Mas mesmo assim vai correr. Mas o garoto prodígio não era o mesmo, ele não conseguia se concentrar, estava perdendo, inclusive seus pensamentos, que estavam perdidos em Radiator Spring.

Quando menos espera, McQueen tem uma equipe para o ajudar, eram seus amigos de Radiator. Ele se anima e volta a competir sério. Acaba alcançando os outros competidores e vai vencer. Mas desiste da vitória para ajudar o Rei, que sofreu um acidente parecido com o do Xerife. Por causa disso, McQueen fica em terceiro lugar, mas ganha o respeito e a admiração de todos. Hicks acaba vencendo, mas ninguém liga para isso. (bem feito!)

O filme termina com McQueen colocando novamente no mapa Radiator Spring. Ah...ele se apaixona por Sally e Mate anda de helicóptero. Carros é uma aventura digna dos desenhos da Pixar. Muito bem produzido e me ganhou fácil. Estou ansioso para assistir Carros 2, parece que será muito bom também.

Mais um trocadilho: corram atrás de mim no twitter: @lucasmadureira












Carros em DVD e Blu-Ray

Um comentário:

  1. Gosto muito dos seus textos, são divetidos demais. Fico imaginando você contando pessoalmente e fazendo os benditos trocadilhos dignos de Lucas Madureira. =D

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